O Dr. Raul Martins deixou um comentário acutilante no blog, que agradeço. Dada a sua importância, tomo a liberdade de o passar para um lugar mais nobre.
Quanto à minha obrigação moral, sabe que tenho o gosto e o prazer de aceitar as intervenções sobre quem quer que sejam, sei que me coarctem a minha própria liberdade de expressão.
Aqui fica o texto inserido nos comentários por Raúl Martins - se me é autorizado um comentário, é que o Dr. Miguel Lemos siga o conselho...
1- Em primeiro lugar gostaria de dizer que para além do respeito que, como qualquer cidadão, me merece, não me vinculam quaisquer laços de amizade pessoal ou solidariedade política com o Dr. Miguel Lemos que foi trazido ao desempenho de cargos de responsabilidade autárquica pelo Dr. Alberto Souto. Não o conhecia, sequer, anteriormente, não é filiado no Partido Socialista e apenas me encontrei com ele enquanto membro da comissão da AM de acompanhamento do estádio.
2- Até há bem poucos dias não tinha qualquer conhecimento do facto de o Dr. Miguel Lemos ter sido nomeado Director-Geral do PDA. Posso garantir, sob palavra de honra, que embora eu fosse à altura líder da bancada do PS na Assembleia Municipal, mesmo informalmente, nada me foi dito sobre o assunto pelo Sr. Presidente da Câmara o que, no mínimo, teria sido um gesto de gentileza pessoal e política. Aliás tenho a certeza absoluta que o mesmo se terá passado com o Dr. Carlos Candal, Presidente da Mesa da AM e com o Dr. José Costa Presidente da Concelhia do PS. Conhecendo-os eu como conheço estou certo que, se tivessem sido contactados, confirmariam o meu vivo desaconselhamento da sua nomeação para tal cargo.
3- Não gostaria de trazer para a praça pública assuntos do foro interno do PS mas invoco como testemunhas do que eu penso sobre o assunto, os membros da Comissão Política Concelhia do meu Partido. Aliás não tomei anteriormente posição no fórum que ocupo porque a nóvel Presidente da AM, numa atitude muito peculiar e inédita entre nós, não tem agendado, ou permitido, um (pequeno) período antes da ordem do dia nas reuniões extraorninárias da AM que foram realizadas. Aliás já calculava, como foi previamente anunciado pelo Dr. Carlos Santos e pelo Dr. Ulisses Pereira (pelo menos era essa a minha interpretação política, agora confirmada, dos seus comentários públicos) que este caso serviria para levantar uma cortina de fumo para encobrir, algumas das infelizes nomeações políticas que tem vindo a ser feitas por este executivo Camarário. Desde já afirmo que, se estão à espera de me intimidar com casos deste tipo, perdem o vosso tempo. O passado foi julgado nas últimas eleições.
4- Quanto à questão lateral do vencimento não me pronuncio porque não conheço a qualidade da gestão do nomeado. Sempre considerei miserabilista discutir os vencimentos de um gestor público quando, por exemplo, ninguém fala do vencimento dos futebolistas. No meu entendimento há gestores que ganham 1000 euros por mês e são caríssimos e gestores que ganham 25.000 euros e são baratos. Tudo depende da qualidade do seu trabalho e dos resultados conseguidos. É, no entanto consabida a minha opinião de que qualquer gestor que seja chamado ao serviço público deveria ganhar, tão-somente, a média dos seus vencimentos dos 3 anos anteriores, apresentados em sede de IRS, ao que haveria de juntar uma pequena verba para o ressarcir da deslocação que tivesse de efectuar se tal fosse o caso.
5- Quanto à questão substancial gostaria de relembrar o seguinte: O Dr. Miguel Lemos foi, até há pouco tempo, administrador da PDA e foi Presidente do Júri de análise de propostas relativas ao concurso de aumento de capital da PDA e abertura de 49% do capital a um parceiro privado. O Júri constituído pelos Dr.s Miguel Lemos, Amândio Canha e José Gonçalves, propôs à Câmara, que aprovou por unanimidade, a entrada da Visabeira como parceiro estratégico.
6- Quando em 2/5/2005 a alteração dos estatutos da PDA foi levada à Assembleia Municipal, levantaram-se alguns problemas nomeadamente a existência de uma cláusula, no acordo Para Social, em que, nalguns casos, a Câmara abriu mão da sua maioria, exigindo-se a unanimidade nas deliberações. Se bem me lembro solicitei antes da votação, em nome do meu grupo parlamenta,r uma interrupção de 5 minutos para discutir o caso. Posto isto a proposta da Câmara foi aprovada com os votos a favor do PS, PSD e Independentes, abstenção do CDS/PP e 1 voto contra do PCP.
7- Por tudo isto e independentemente de fazer juízos de valor sobre a sua qualidade de gestor, sou de parecer que o Dr. Miguel Lemos não deveria ter sido nomeado director-geral da PDA e que o Dr. Alberto Souto não deveria ter permitido isso. A situação para mim piora quando o próprio Miguel Lemos diz que, o contrato foi ?negociado com a administração da Visabeira? e ?acordado com o Conselho de Administração da PDA? e ?que os termos do contrato foram estabelecidos e negociados antes das eleições, em Agosto, pelo administrador da Visabeira na PDA, e Miguel Lemos, da administração da PDA, e com entrada em vigor a partir de Outubro, a cerca de uma semana antes das eleições?.
8- Mais ainda, como socialista, não considero, neste particular, que a sua saída possa ser interpretada como um ?saneamento político? e que, correctamente, o Dr. Miguel Lemos deveria pedir a sua demissão, colocando-se à disposição dos accionistas para o caso destes o considerarem importante para o projecto mas libertando-os do ónus da indemnização no caso de não o pretenderem manter em funções.
9- Finalmente gostaria dizer que o João Oliveira fica moralmente responsável pela publicação integral dos comentários que, assim que tenha algum tempo disponível, espero fazer à actividade deste executivo e, particularmente, à nomeação e actividade dos novos gestores municipais.
Um abraço
Raul Martins
quarta-feira, 30 de novembro de 2005
Sem mais comentários
Transcrevo uma carta enviada por Miguel Lemos ao Diário de Aveiro. Curioso: nas hostes socialistas, nem um pio...
Exmos. Srs.,
Em relação ao artigo ontem saído no vosso jornal relativamente à minha contratação como Director Geral da PDA, gostaria de esclarecer o seguinte:
a) Desempenho as funções director geral da PDA não desde o início de Outubro, como é referido no texto, mas desde o dia 1 de Agosto de 2005;
b) A minha remuneração líquida, de 3451 euros mensais, foi negociada, como é evidente, depois de eu ter abandonado as funções de administrador da empresa, o que aconteceu a 28 de Junho passado;
c) Quanto ao meu ?percurso? notoriamente o texto omite o mais importante para a situação em apreço: fui durante três anos e meio o responsável ? embora não remunerado - pela implementação do projecto do Parque, desde o estudo de viabilidade económico-financeiro que levou à constituição da PDA até à recente alteração da sua composição societária;
d) Acerca do desagrado que a minha situação na PDA possa estar a causar na actual maioria camarária, lamento só disso ter sabido pelo V/ jornal, pois desde a posse do novo executivo ninguém falou ainda comigo, apesar de eu próprio ter tomado a iniciativa de colocar o meu lugar à disposição (embora, por não ocupar um cargo de confiança política, nada me obrigar a fazê-lo).
Outros comentários haveria certamente a fazer sobre o assunto em questão mas reservarei os mesmos para momento oportuno.
Exmos. Srs.,
Em relação ao artigo ontem saído no vosso jornal relativamente à minha contratação como Director Geral da PDA, gostaria de esclarecer o seguinte:
a) Desempenho as funções director geral da PDA não desde o início de Outubro, como é referido no texto, mas desde o dia 1 de Agosto de 2005;
b) A minha remuneração líquida, de 3451 euros mensais, foi negociada, como é evidente, depois de eu ter abandonado as funções de administrador da empresa, o que aconteceu a 28 de Junho passado;
c) Quanto ao meu ?percurso? notoriamente o texto omite o mais importante para a situação em apreço: fui durante três anos e meio o responsável ? embora não remunerado - pela implementação do projecto do Parque, desde o estudo de viabilidade económico-financeiro que levou à constituição da PDA até à recente alteração da sua composição societária;
d) Acerca do desagrado que a minha situação na PDA possa estar a causar na actual maioria camarária, lamento só disso ter sabido pelo V/ jornal, pois desde a posse do novo executivo ninguém falou ainda comigo, apesar de eu próprio ter tomado a iniciativa de colocar o meu lugar à disposição (embora, por não ocupar um cargo de confiança política, nada me obrigar a fazê-lo).
Outros comentários haveria certamente a fazer sobre o assunto em questão mas reservarei os mesmos para momento oportuno.
terça-feira, 29 de novembro de 2005
A bomba rebentou
Já há dias que o assunto tinha caido na praça pública e finalmente rebentou no jornais. O douto Miguel Lemos, que na semana antes das eleições tinha vindo a terreiro defender a candidatura do PS e de Alberto Souto e que na semana depois avisou os aveirenses que o seu desprendimento das coisas terrenas-municipais era tão grande que já estava demissionário de uma das empresas desde Julho e da EMA desde Setembro... sim, esse mesmo, já tinha o seu lugar garantido como DIRECTOR-GERAL da PDA.
Em primeiro lugar acho curioso e, no minimo, estranho que uma empresa como a Visabeira aceite colocar como director geral alguém que já se sabia que não era das boas graças da câmara Municipal. Se a decisão foi tomada antes das eleições ainda se compreende - estava tudo a pensar na vitória natural de Alberto Souto.
Mais grave, MUITO MAIS GRAVE é atitude do Conselho de Administração da PDA que autorizou, antes das eleições que um administrador-delegado (pelo menos aparecia assim nos jornais) fosse escolhido como Director Geral antes das eleições, e com CONTRATO até 2009.
Dr. Alberto Souto, explique-nos isto, se faz favor?
A atitude da Visabeira até se compreende. Já a da CMA, não. Nunca. Mais grave a atitude deste senhor: Miguel Lemos considera natural que esteja prevista uma indemnização em caso de despedimento, no caso de se não mantiver em funções durante os quatro anos. No entanto, diz que está «disposto a rever as condições de saída», admitindo que a Câmara o queira «mandar embora» e adianta que não pretende «dificultar a vida às pessoas». Se sair por vontade da nova maioria interpretará a atitude como um «saneamento político» mas não irá embora sem «fazer valer» os seus direitos.
Ainda está para ser feito o "Balanço" da sua actividade nos oito anos de mandato de Alberto Souto. Mas digamos que no lado do passivo irá ficar esta atitude. Ainda para mais considerar que é um SANEAMENTO politico mandar embora quem tenta condicionar uma Câmara por quatro anos.
Há uma forma de resolver as coisas: Alberto Souto e a Visabeira pagarem, do seu próprio bolso, a indemnização do senhor...
A peça integral do Diário de Aveiro
Vencimento de 5.800 euros na PDA gera mal-estar
A direcção executiva da empresa municipal Parque Desportivo de Aveiro, com a maioria do capital 51 por cento da Câmara de Aveiro foi entregue a Miguel Lemos, um cargo que está a provocar um desagrado na coligação PSD-CDS-PP, em particular pelo vencimento mensal atribuído de 5.800 euros, até 2009. O assunto seria debatido pelo Conselho de Administração da empresa, que ontem reuniu. O vereador Pedro Ferreira disse ao Diário de Aveiro, ao princípio da tarde de ontem, que o assunto seria «tratado e resolvido», enquanto não foi possível obter um comentário do presidente da Câmara, Élio Maia. Ulisses Pereira, administrador da empresa, indicado pela Câmara e Visabeira, em Assembleia Geral eleitoral para administrador da PDA, disse que não faz «comentários sobre a vida interna das empresas».O valor do vencimento e demais questões assumidas pela PDA com Miguel Lemos, que terão sido ontem analisadas pormenorizadamente, constituem os motivos que estão a provocar algum incómodo, particularmente, devido ao discurso da nova Câmara no sentido da contenção financeira e, precisamente, na promessa de reduzir o número das empresas municipais de forma a diminuir as despesas. O vereador da oposição, Pedro Silva, reeleito para este mandato disse ontem que desconhecia «o trajecto do Dr. Miguel Lemos» e mostrou alguma surpresa pelo vencimento.Segundo Miguel Lemos, o contrato foi «negociado com a administração da Visabeira (que detém 49 por cento do capital) e «acordado com o Conselho de Administração da PDA». Miguel Lemos diz ainda que «não tem nada a ver com o processo eleitoral», relativo às autárquicas de 9 de Outubro último, marcadas com a derrota dos socialistas, que o mantiveram na EMA, até Setembro, e administrador da PDA até Julho. Diz que os termos do contrato foram estabelecidos e negociados antes das eleições, em Agosto, pelo administrador da Visabeira na PDA, e Miguel Lemos, da administração da PDA, e com entrada em vigor a partir de Outubro, a cerca de uma semana antes das eleições. Além disso, Miguel Lemos considera natural que esteja prevista uma indemnização em caso de despedimento, no caso de se não mantiver em funções durante os quatro anos. No entanto, diz que está «disposto a rever as condições de saída», admitindo que a Câmara o queira «mandar embora» e adianta que não pretende «dificultar a vida às pessoas». Se sair por vontade da nova maioria interpretará a atitude como um «saneamento político» mas não irá embora sem «fazer valer» os seus direitos.Percurso de Miguel Lemos Miguel Lemos assumiu particular destaque durante os dois mandatos de Alberto Souto à frente da Câmara de Aveiro, além da construção do estádio do Euro-2004, no projecto da BUGA e das Conferências do Milénio. A renúncia na administração à PDA e as negociações que determinaram o acordo para as novas funções de director-geral aconteceram quando se deu a abertura da empresa municipal a capital privado, num concurso que a Visabeira venceu.Miguel Lemos terá funções de direcção geral, «colocando em prática as directrizes da administração», disse ao Diário de Aveiro uma fonte próxima do processo. O assunto seria «resolvido», como disse ontem Pedro Ferreira, sobre a reunião de ontem, ao pormenor, verificando as funções de cada trabalhador ao serviço da PDA, o equipamento que serve a empresa, a existência de contas de telemóveis, viaturas ao serviço, e quem tem autorização para movimentar dinheiro, segundo também apurou o Diário de Aveiro.Na semana passada, na Assembleia Geral eleitoral da PDA, a Câmara e a Visabeira indicaram Ulisses Manuel, Gilberto Ferreira e Pedro Reis para novos administradores.
Texto do João Peixinho para o Diário de Aveiro
Em primeiro lugar acho curioso e, no minimo, estranho que uma empresa como a Visabeira aceite colocar como director geral alguém que já se sabia que não era das boas graças da câmara Municipal. Se a decisão foi tomada antes das eleições ainda se compreende - estava tudo a pensar na vitória natural de Alberto Souto.
Mais grave, MUITO MAIS GRAVE é atitude do Conselho de Administração da PDA que autorizou, antes das eleições que um administrador-delegado (pelo menos aparecia assim nos jornais) fosse escolhido como Director Geral antes das eleições, e com CONTRATO até 2009.
Dr. Alberto Souto, explique-nos isto, se faz favor?
A atitude da Visabeira até se compreende. Já a da CMA, não. Nunca. Mais grave a atitude deste senhor: Miguel Lemos considera natural que esteja prevista uma indemnização em caso de despedimento, no caso de se não mantiver em funções durante os quatro anos. No entanto, diz que está «disposto a rever as condições de saída», admitindo que a Câmara o queira «mandar embora» e adianta que não pretende «dificultar a vida às pessoas». Se sair por vontade da nova maioria interpretará a atitude como um «saneamento político» mas não irá embora sem «fazer valer» os seus direitos.
Ainda está para ser feito o "Balanço" da sua actividade nos oito anos de mandato de Alberto Souto. Mas digamos que no lado do passivo irá ficar esta atitude. Ainda para mais considerar que é um SANEAMENTO politico mandar embora quem tenta condicionar uma Câmara por quatro anos.
Há uma forma de resolver as coisas: Alberto Souto e a Visabeira pagarem, do seu próprio bolso, a indemnização do senhor...
A peça integral do Diário de Aveiro
Vencimento de 5.800 euros na PDA gera mal-estar
A direcção executiva da empresa municipal Parque Desportivo de Aveiro, com a maioria do capital 51 por cento da Câmara de Aveiro foi entregue a Miguel Lemos, um cargo que está a provocar um desagrado na coligação PSD-CDS-PP, em particular pelo vencimento mensal atribuído de 5.800 euros, até 2009. O assunto seria debatido pelo Conselho de Administração da empresa, que ontem reuniu. O vereador Pedro Ferreira disse ao Diário de Aveiro, ao princípio da tarde de ontem, que o assunto seria «tratado e resolvido», enquanto não foi possível obter um comentário do presidente da Câmara, Élio Maia. Ulisses Pereira, administrador da empresa, indicado pela Câmara e Visabeira, em Assembleia Geral eleitoral para administrador da PDA, disse que não faz «comentários sobre a vida interna das empresas».O valor do vencimento e demais questões assumidas pela PDA com Miguel Lemos, que terão sido ontem analisadas pormenorizadamente, constituem os motivos que estão a provocar algum incómodo, particularmente, devido ao discurso da nova Câmara no sentido da contenção financeira e, precisamente, na promessa de reduzir o número das empresas municipais de forma a diminuir as despesas. O vereador da oposição, Pedro Silva, reeleito para este mandato disse ontem que desconhecia «o trajecto do Dr. Miguel Lemos» e mostrou alguma surpresa pelo vencimento.Segundo Miguel Lemos, o contrato foi «negociado com a administração da Visabeira (que detém 49 por cento do capital) e «acordado com o Conselho de Administração da PDA». Miguel Lemos diz ainda que «não tem nada a ver com o processo eleitoral», relativo às autárquicas de 9 de Outubro último, marcadas com a derrota dos socialistas, que o mantiveram na EMA, até Setembro, e administrador da PDA até Julho. Diz que os termos do contrato foram estabelecidos e negociados antes das eleições, em Agosto, pelo administrador da Visabeira na PDA, e Miguel Lemos, da administração da PDA, e com entrada em vigor a partir de Outubro, a cerca de uma semana antes das eleições. Além disso, Miguel Lemos considera natural que esteja prevista uma indemnização em caso de despedimento, no caso de se não mantiver em funções durante os quatro anos. No entanto, diz que está «disposto a rever as condições de saída», admitindo que a Câmara o queira «mandar embora» e adianta que não pretende «dificultar a vida às pessoas». Se sair por vontade da nova maioria interpretará a atitude como um «saneamento político» mas não irá embora sem «fazer valer» os seus direitos.Percurso de Miguel Lemos Miguel Lemos assumiu particular destaque durante os dois mandatos de Alberto Souto à frente da Câmara de Aveiro, além da construção do estádio do Euro-2004, no projecto da BUGA e das Conferências do Milénio. A renúncia na administração à PDA e as negociações que determinaram o acordo para as novas funções de director-geral aconteceram quando se deu a abertura da empresa municipal a capital privado, num concurso que a Visabeira venceu.Miguel Lemos terá funções de direcção geral, «colocando em prática as directrizes da administração», disse ao Diário de Aveiro uma fonte próxima do processo. O assunto seria «resolvido», como disse ontem Pedro Ferreira, sobre a reunião de ontem, ao pormenor, verificando as funções de cada trabalhador ao serviço da PDA, o equipamento que serve a empresa, a existência de contas de telemóveis, viaturas ao serviço, e quem tem autorização para movimentar dinheiro, segundo também apurou o Diário de Aveiro.Na semana passada, na Assembleia Geral eleitoral da PDA, a Câmara e a Visabeira indicaram Ulisses Manuel, Gilberto Ferreira e Pedro Reis para novos administradores.
Texto do João Peixinho para o Diário de Aveiro
Para os que se questionaram sobre a minha ausência
Eu respondo-vos...
Estive a ver Emir Kusturica na segunda.

A organizar um evento para a Toshiba na quarta à noite e quinta de manhã.
com os Xutos, no Coliseu, na primeira parte dos "Três Desejos" na quinta-feira à noite
Estive a ver Emir Kusturica na segunda.

A organizar um evento para a Toshiba na quarta à noite e quinta de manhã.
com os Xutos, no Coliseu, na primeira parte dos "Três Desejos" na quinta-feira à noite
segunda-feira, 28 de novembro de 2005
Uma boa escolha
Tendo em conta a partida de Paulo Ribeiro, a escolha de Rui Sérgio foi, em minha opinião, acertada. Aliás, em conversa com um colega meu, tinha lançado o nome do José Fragateiro que, na minha opinião, também seria uma bom nome.
A escolha de Rui Sérgio tem muitas razões: é uma pessoa ligada a uma das áreas performativas - neste caso o teatro - com passado e presente e que tem uma dimensão, de alguma forma, extra-Aveiro, o que´pode ser salutar.
É uma pessoa que NINGUÉM pode acusar de ser um "boy" :)
E numa lógica de part-time enquanto se mantiver por Lisboa pode potenciar a ligação, já existente, entre as estruturas do Teatro da Trindade e do Teatro Aveirense. Sem dúvida, Maria da Luz Nolasco e Rui Sérgio podem ser uma boa dupla. Se ambos se entenderem.
Quanto a minha semana, foi complicada, sem dúvida, depois explico-vos.
A escolha de Rui Sérgio tem muitas razões: é uma pessoa ligada a uma das áreas performativas - neste caso o teatro - com passado e presente e que tem uma dimensão, de alguma forma, extra-Aveiro, o que´pode ser salutar.
É uma pessoa que NINGUÉM pode acusar de ser um "boy" :)
E numa lógica de part-time enquanto se mantiver por Lisboa pode potenciar a ligação, já existente, entre as estruturas do Teatro da Trindade e do Teatro Aveirense. Sem dúvida, Maria da Luz Nolasco e Rui Sérgio podem ser uma boa dupla. Se ambos se entenderem.
Quanto a minha semana, foi complicada, sem dúvida, depois explico-vos.
sexta-feira, 25 de novembro de 2005
Uma desculpa...
Alguns afazeres profissionais e noites mais ocupadas obrigaram-me a manter-me um pouco à margem do blog nos últimos três dias...
Espero corrigir isso durante o fim de semana. Desculpem qualquer coisinha!
Espero corrigir isso durante o fim de semana. Desculpem qualquer coisinha!
terça-feira, 22 de novembro de 2005
isto preocupa-me...
Há coisas que me preocupam. Especialmente as queixas or parte de gestores que nada podem resolver, seja na saude, justiça ou educação.
Por exemplo, esta peça que está na última página do JN. É pequena, é certo, mas não ficariam preocupados? E se nos acontece alguma coisa? Terá havido mortes por causa da paragem?
VMER parada no fim-de-semanaA viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Hospital de Aveiro esteve parada no último sábado, durante todo o dia (das 8 às 20 horas), e na noite de domingo (entre as 20 e as 8 horas), por falta de médicos, confirmou, ontem, fonte hospitalar. "Com oito ou nove médicos é impossível assegurar o serviço 24 horas por dia", diz o coordenador da viatura, Ângelo Figueiredo.
Por exemplo, esta peça que está na última página do JN. É pequena, é certo, mas não ficariam preocupados? E se nos acontece alguma coisa? Terá havido mortes por causa da paragem?
VMER parada no fim-de-semanaA viatura médica de emergência e reanimação (VMER) do Hospital de Aveiro esteve parada no último sábado, durante todo o dia (das 8 às 20 horas), e na noite de domingo (entre as 20 e as 8 horas), por falta de médicos, confirmou, ontem, fonte hospitalar. "Com oito ou nove médicos é impossível assegurar o serviço 24 horas por dia", diz o coordenador da viatura, Ângelo Figueiredo.
domingo, 20 de novembro de 2005
A inovação de Pedro Silva
Caro Pedro Silva,
Já tinha tido a oportunidade de comentar a abertura do seu blog. E já tinha reparado que colocava a agenda online. Hoje vi que o Diário de aveiro deu a isso destaque.
Acho meritório da sua parte essa questão, mas não é coisa que me entusiasme. Pretendo ver todas as agendas mas mais do que isso, quero ver todas as actas com mais rapidez do que elas estaão a ser colocadas e quero ver outros documentos importantes. A participação do cidadão passa por ai.
Há dois anos a esta parte - e este ano vai ser o terceiro e espero que seja o último em que necessito de fazer "campanha" - que este blog e eu próprio tem exigido que os documentos principais e orientadores da actividade do município - nomeadamente o Plano de Actividades e a Conta de Gerência esteja disponível online ANTES de ser discutida pelos senhores elementos da AM e depois, o documento que foi aprovado.
Todos os presidentes de concelhia dos diversos partidos têm concordado com a medida e referido várias vezes essa questão nas reuniões - quer o António Salavessa quer o António Granjeia.
Acho curioso que o Pedro Silva não tenha, nunca, reparado nisso. Acho curioso que o Pedro Silva nunca tenha produzido uma palavra não só sobre a questão das agendas das reuniões mas também sobre a celeridade das actas municipais e da assembleia municipal, sobre o plano de actividades e orçamento, sobre a conta de gerência.
Caro Pedro Silva, espero que seja o primeiro a alinhar na campanha deste ano - o ano passado eu insisti várias vezes com a Eng. Lusitana Fonseca e o problema não era tecnológico.
E continue a colocar online as agendas. E que o site da CMa também coloque online.
Já tinha tido a oportunidade de comentar a abertura do seu blog. E já tinha reparado que colocava a agenda online. Hoje vi que o Diário de aveiro deu a isso destaque.
Acho meritório da sua parte essa questão, mas não é coisa que me entusiasme. Pretendo ver todas as agendas mas mais do que isso, quero ver todas as actas com mais rapidez do que elas estaão a ser colocadas e quero ver outros documentos importantes. A participação do cidadão passa por ai.
Há dois anos a esta parte - e este ano vai ser o terceiro e espero que seja o último em que necessito de fazer "campanha" - que este blog e eu próprio tem exigido que os documentos principais e orientadores da actividade do município - nomeadamente o Plano de Actividades e a Conta de Gerência esteja disponível online ANTES de ser discutida pelos senhores elementos da AM e depois, o documento que foi aprovado.
Todos os presidentes de concelhia dos diversos partidos têm concordado com a medida e referido várias vezes essa questão nas reuniões - quer o António Salavessa quer o António Granjeia.
Acho curioso que o Pedro Silva não tenha, nunca, reparado nisso. Acho curioso que o Pedro Silva nunca tenha produzido uma palavra não só sobre a questão das agendas das reuniões mas também sobre a celeridade das actas municipais e da assembleia municipal, sobre o plano de actividades e orçamento, sobre a conta de gerência.
Caro Pedro Silva, espero que seja o primeiro a alinhar na campanha deste ano - o ano passado eu insisti várias vezes com a Eng. Lusitana Fonseca e o problema não era tecnológico.
E continue a colocar online as agendas. E que o site da CMa também coloque online.
sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Melhor Aveiro...
Pedro Silva, até há alguns dias vereador com o Pelouro da Cultura na CMA, lançou o seu próprio blog, recuperando o slogan da campanha de Alberto Souto.
O Notas entre Aveiro e Lisboa sauda o autor e o blogue "Melhor Aveiro" e deseja-lhe boas polémicas, melhores posts e uma discussão sadia!
em breve, na coluna da direita.
O Notas entre Aveiro e Lisboa sauda o autor e o blogue "Melhor Aveiro" e deseja-lhe boas polémicas, melhores posts e uma discussão sadia!
em breve, na coluna da direita.
quinta-feira, 17 de novembro de 2005
Miguel Lebre de Freitas é o novo sr. UCPT
Miguel Lebre de Freitas é o novo homem forte do Plano Tecnológico. Doctor of Philosophy (PhD) in Economics - University of London (Birkbeck College). Licenciado e Mestre em Economia - Univ. Nova de Lisboa (Faculdade de Economia). Professor Auxiliar, DEGEI - Universidade de Aveiro (para um belo pôr de sol em Aveiro, clique aqui). Coordenador do Mestrado em Economia de Empresa. Investigador no NIPE - Núcleo de Investigação em Política Económica. Director do Gabinetes de Estudos e Estratégia no MEI.
Mais um. Bom sinal!
Mais um. Bom sinal!
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