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segunda-feira, 10 de julho de 2006

Boa aposta em termos de marketing

O regresso de Jardel ao Futebol português é uma boia opção de marketing. Quanto a jogar... bem, vamos ver como vai ser a nova temporada: com o Jorge Leitão em boa forma e a rapidez do "baixinho", como se vão dar as novas contratações? Vamos ver.

Se Pavel regressar, o Beira-Mar faz a melhor contratação da época. Muito embora eu confiasse em Alê.

Durante o Mundial: Obikwelu foi definido como Campeão da Europa (tiraram a medalha a Dwain Chambers) ee tem neste momento a melhor marca mundial europeia do ano, a pouco mais de duas semanas do Europeu...

domingo, 9 de julho de 2006

A festa foi linda!


Obrigado Portugal!


sexta-feira, 7 de julho de 2006

Burrocracia à Portuguesa - e assim se atrasa um trabalho científico

"Falhas" do IPPAR adiam exumação do primeiro rei


Eugénia Cunha foi proibida de exumar D. Afonso Henriques, depois de o IPPAR a ter autorizado


Nelson Morais, Bruno Pires

Opresidente do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), Elísio Summaville, assumiu, ontem à tarde, que foram "falhas de comunicação" neste organismo que o levaram a proibir, de manhã, a exumação dos restos mortais de D. Afonso Henriques, na Igreja de Santa Cruz, em Coimbra.

A exumação, que permitiria a uma equipa de investigadores começar a traçar, a partir das 17 horas de ontem, o perfil biológico do primeiro rei de Portugal, fora autorizada pela Delegação Regional de Coimbra do IPPAR, a 22 do mês passado, e pelo bispo da diocese local. Porém, só ontem de manhã a direcção nacional do IPPAR terá reparado que, estando em causa uma figura soberana, a operação carecia de autorização da ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, "e do próprio gabinete do primeiro-ministro", admitiu Summaville, ao JN.

A investigadora da Universidade de Coimbra Eugénia Cunha, responsável pela equipa multidisciplinar que vai tentar desvendar alguns mistérios sobre a figura de D. Afonso Henriques, mostrou-se "desanimada" com a proibição do IPPAR, tomada, segundo Summaville, "em diálogo" com o gabinete da ministra da Cultura. Eugénia Cunha queixou-se dos prejuízos causados, exemplificando com o facto de a equipa do espanhol Miguel Botella, especialista na reconstituição de imagens a três dimensões, ter de regressar hoje a Espanha (parte para o México nos próximos dias).

Mas a investigadora, que assegurou patrocínios de uma construtora, um banco e uma fundação, pode vir a ser indemnizada. "É evidente que o IPPAR é uma pessoa de bem, e foram criadas expectativas... Vamos equacionar todas essas situações", adiantou Summaville, prometendo também um inquérito para apurar responsabilidades dentro da instituição.

O pedido de autorização para a exumação fora feito, em Março de 2005, à anterior direcção do IPPAR. Mas, recentemente, a actual foi confrontada com um pedido similar, para o suposto corpo de D. Sebastião, sepultado no Mosteiro dos Jerónimos, e pediu um parecer jurídico, que apontou para a necessidade da autorização governamental. Ontem, a comunicação social anunciou a exumação de D. Afonso Henriques do seu túmulo, classificado como panteão nacional, e o IPPAR decidiu, então, proibi-la.

Além de Miguel Botella, que participou na investigação do corpo de Cristovão Colombo, o projecto conta com a colaboração do historiador José Mattoso, de especialistas em genética (ADN), palio-dietas (dietas antigas), palio-patologias, epigrafia, análises de pedra, metais, madeira e tecidos medievais.

Não falta pois ambição ao projecto de Eugénia Cunha, professora catedrática de Antropologia que tem um doutoramento sobre populações medievais, assente no estudo das respectivas ossadas. A investigação pretende, desde logo, determinar a idade com que o fundador da Nação morreu, em 1186, e apurar a veracidade dos relatos que lhe atribuem uma estatura e uma rebustez enormes. A fractura do fémur que se diz ter sofrido no Cerco a Badajoz, o perfil genético, o tipo de dieta que tinha (à base de carne, vegetais ou alimentos marinhos?) e mesmo a fisionomia do primeiro rei de Portugal são outros aspectos sobre os quais se poderá fazer luz.

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Pois, vamos ter que jogar com a Alemanha

Portugal não teve "a sorte" que os campeões também precisam...

Vemo-nos no sábado, a tentar ganhar à Alemanha!

quarta-feira, 5 de julho de 2006

E que tal jogar com a Itália?

Aquele contra-ataque é mesmo um perigo, mesmo que só faltem 30 segundos...

Em relação ao Campeonato do Mundo, para mim o jogo de hoje é uma descompressão. Acredito que Portugal fez uma óptima campanha e se ganhar ou se perder, só temos de elogiar.

Sábado ou domingo estarei novamente a apoiar a selecção.

A partir de segunda-feira, tenho a mente virada para José Azevedo.

domingo, 2 de julho de 2006

Há momentos hilariantes na AMunicipal de Aveiro


Infelizmente não estava na sala - recebia um telefonema - quando aconteceu uma parte desta história...

Mas aqui fica, numa bela prosa da Maria José Santana!


Podem clicar na imagem para ampliar...

Um momento mágico

Foi um sábado alucinante... Um momento mágico de Ricardo, um alegria imensa e Aveiro voltou a inundar-se de alegria, com a Ponte-Praça a voltar a encher de cor e alegria!!!

Foi a noite a festejar a passagem às meias-finais. Só tive pena que o Brasil não passasse...

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Estive e gostei das intervenções

Ontem dei um salto à Biblioteca e acompanhei com atenção as duas intervenções no debate sobre o PROT: mais genérica a do secretário de Estado, como seria normal dadas as contingências do cargo, mais elucidativa e cheia de propostas a do Prof. Rosa Pires.

No geral, muito útil. Claro que para os apaixonados da matéria a coisa foi mais interessante, porque o cidadão comum não percebe o que é estar a falar de um Plano que ainda está em fase de estudo.

Mas a verdade é que o incio de um trabalho parte logo, como seria normal e democrático, por aquilo que não queremos e não podemos aceitar para o nosso território. Ou aquilo que pretendemos.

Sinal vermelho...

Não gostava de estar na pela do Director do Tour, no dia de hoje. A "tempestade" Puerto tornou-se um verdadeiro furacão, uma enorme tragédia que abalará de vez, se se confirmar, o ciclismo internacional.

Os candidatos mais conhecidos à vitória - Ivan Basso e Jan Ullrich - foram suspensos pelas suas equipas, para além de Oskar Sevilla - e a situação tornou-se verdadeiramente complicada. Este Tour vai sofrer uma machadada, os patrocinadores vão ter decisões dificeis para tomar nos próximos dias e o mundo desportivo ciclista tem outras decisões a tomar.

Tenho pena pela situação, gosto e adoro o ciclismo. Se o Tour avançar, José Azevedo poderá brilhar. Num Tour que poderá ser o dos homens normais, o do escândalo do doping ou o das decisões suspensivas...

Aguardam-se mais noticias...

domingo, 25 de junho de 2006

La estarei, se tudo correr bem

Chegado de um refrescante e movimentado dia por Lisboa, tenho na minha caixa de correio um convite muito agradável, ao qual direi presente e que aqui reproduzo.

Está em curso a elaboração do PROT (Plano Regional de Ordenamento do Território) da Região Centro que deverá concluir-se até 27 de Setembro de 2007. A importância deste Plano decorre do facto de se definir como um referencial estratégico para o planeamento ao nível municipal (PDM, PP e PU), mas também porque fará a integração das políticas sectoriais no ordenamento e coordenará as intervenções desejáveis ao nível do território.
O Gabinete de Estudos da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista, atento à enorme importância deste plano, vai realizar no próximo dia 29 de Junho, Quinta-Feira, às 21:15 na Biblioteca Municipal de Aveiro, um debate aberto à comunidade com o tema «O Plano Regional de Ordenamento do Território da Região Centro (PROT do Centro): perspectivar a inserção regional de Aveiro» que terá como convidados o Prof. Doutor João Ferrão, Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades e o Prof. Doutor Artur da Rosa Pires, Professor Catedrático da Universidade de Aveiro.
Este debate visa esclarecer como se deve reflectir um PROT ao nível de um município, como se deve equacionar a inserção de Aveiro e como se pode identificar e propor desafios e contributos que potenciem a afirmação de Aveiro no contexto regional.
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