
Ando nostalgico. Será normal quando numa só semana, em três modalidades diferentes mas que acompanho, saem dos palcos internacionais três mestres.
De um deles, já o referei aqui. Hoje, poucas horas separaram o anúncio da retirada de cena de Michael Schumacher e de Jan Zelesny. O alemão, todos o conhecem. Do checo, só os fãs de atletismo. Mas vamos às histórias.
Como muitos outros da minha idade, temos os nossos idolos ou pelo menos as pessoas por quem "torcemos". Na F1, o meu idolo chamava-se Nelson Piquet. Logo, por razões óbvias, não gramava muito o Senna, mas percebeu-se que a morte dele, há doze anos, mudou a face da modalidade.
Como é normal, Schumacher e a sua competitividade começaram a moldar-me e gosto de o ver correr. Dá tudo. E acredito que dê até ao fim. Vai ganhar este campeonato e sair como número 1. Até porque acredito que ele queria escolher só no final do campeonato. Se ganhasse saia, senão, continuaria. Provavelmente a Ferrari exigiu-lhe que se decidisse. E para quem leu o livro de Valentino Rossi, percebesse-se perfeitamente que o Schumacher saia da competição quando o seu engenheiro-chefe também se retira.
Farewell Schumacher. Tou a torcer pelas vitórias que te dêem o oitavo título na F1.

Depois da morte de Ayrton Senna da Silva a Fórmula 1 morreu, pelos menos para mim. Nunca mais vi uma corrida completa e deixei de me interessar pela modalidade. Eu sei que é estranho mas a vida é assim!
ResponderEliminarCumprimentos.