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domingo, 31 de outubro de 2010

Jon Stewart ou como um comediante põe sanidade na Política

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Hoje é noite de Discotek... Vale tudo?

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Murtosa comemora 84 anos de concelho!

Amanhã é o dia da Comemoração dos 84 anos de elevação de Murtosa a concelho, num dia de festejos que se inicia já hoje à noite, com sessão solene!
Próximo ano é em grande e por isso é altura de começar a pensar em comemorar os 85 anos! :)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Bom exercício o do JN

O Jornal de Noticias dedicou-se, há uns dias, a pegar no carro e andar entre a delegação e a sede, no Porto, para testar as diversas alternativas para fugir às ex-SCUT.

As conclusões estão disponíveis neste link e também numa bonita infografia multimédia.

Em suma, "Os quilómetros são quase os mesmos, mas a viagem é muito diferente. Fazer o percurso Aveiro-Porto pela ex-SCUT A29 e pela EN109 é, utilizando uma linguagem ferroviária, como viajar no Urbano e no Intercidades. Duas equipas do JN saíram, ontem, às 8.15 horas, do centro de Aveiro com destino à sede do jornal no Porto. A que escolheu a A29 fez os 80km em 99 minutos. Quem viajou pela EN109 demorou 142 minutos. A diferença é tal que quando a "equipa EN109" chegou à Av. Gonçalo Cristovão, já a que seguiu pela A29 estava novamente em Aveiro."

Para além de não terem contemplado a hipótese A1 (mais quilómetros do que a A29, menos custos) esqueceram-se daquela que é, sem dúvida, a melhor opção para ir ao Porto, seja em rapidez seja em preço!
Sim, o comboio :)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Prevê-se tempestade

Entre a CM Aveiro e os amigos da avenida com epicentro de altíssimas pressões lá para os lados do Alboi... embora com previsão de chuva vinda de Coimbra!

As razões são simples: Câmara avança com via no bairro do Alboi. Os amigos contestam, criam iniciativa no Facebook, pedem reunião com Mais Centro e pressionam mais um pouco, e o ambiente vai ficar encrespado, de certeza...

Para arquivo, a notícia do JN


Largo do Alboi cortado ao meio

Câmara não acolheu sugestões de moradores e abre concurso para realização da obra

2010-10-22

Jesus Zing
O Largo do Alboi, em Aveiro, vai ser mesmo cortado ao meio.  A zona central vai ter uma via dupla de circulação automóvel, no âmbito do Projecto do Parque de Sustentabilidade, decidiu ontem a Câmara, que vai abrir concurso para a obra.
A Câmara de Aveiro decidiu, ontem, por maioria - votos contra dos vereadores socialistas - avançar com a proposta de requalificação do Bairro do Alboi, inserida no projecto do Parque da Sustentabilidade, cuja medida mais polémica é o corte ao meio do largo Conselheiro Queiroz, também conhecido por largo do Alboi, com a construção de uma via dupla de circulação automóvel na zona central do largo.
A autarquia aveirense decidiu, ontem, abrir concurso para a execução da obra (não tendo em conta as criticas da maioria dos moradores da zona ao longo dos últimos meses), numa reunião que foi marcada pela ausência dos vereadores da maioria Miguel Fernandes e Maria da Luz Nolasco, críticos da opção, que se abstiveram na reunião de Câmara de 25 de Maio. Na altura, os vereadores alertaram para a redução da área verde em relação ao espaço ajardinado existente e cerca de 30% da actual capacidade de estacionamento sem a oferta de uma solução alternativa em matéria de equipamentos/infra-estruturas de parqueamento a instalar no perímetro circundante, entre outras criticas.
O presidente da Câmara, Élio Maia, assumiu que se a solução de cortar o largo ao meio não resultar, a circulação automóvel se processará ao redor do largo, segundo soube o JN.
Os vereadores do PS votaram contra a opção da maioria liderada por Élio Maia, salientando que os interesses dos locais não foram tidos em conta criticando ainda o Parque da Sustentabilidade de que a requalificação da zona do Alboi faz parte.
O bairro vai passar a ter apenas estacionamento: de 120 lugares passa para um total de 40 e terá um aumento de zona pedonal e será atravessado por uma via de circulação automóvel dupla e mista. O cais do Alboi terá uma zona de esplanadas e algumas vias terão alteração do sentido de circulação automóvel.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A saida de Pedro Jordão (II)

A saida de Pedro Jordão deu azo a "novos capítulos". Já imaginava que a "não" referência no seu comunicado à sua tutela directa, a Vereadora da Cultura Maria da Luz Nolasco não augurasse nada de bom. E ela foi rápida a reagir, acusando Pedro Jordão de "efectiva incapacidade para mobilizar a vasta e qualificada equipa” do TA, lamentando “o abandono furtivo das exigências inerentes ao cargo". Mas há mais, nesta notícia de Júlio Almeida, no Notícias de Aveiro.

Quanto ao desconhecimento de Pedro Jordão em relação ao que escrevi no último post, se dúvidas houvesse que ele não estaria por dentro do que iria acontecer no TA, bastava a noticia do DA que refere que a autarquia pretende contratar administradores executivos, tendo inclusivé esse ponto chegado a estar na agenda de trabalhos da última reunião de Câmara, privada, ocorrida na passada quinta-feira. Segundo João Sousa, vereador socialista, "a Câmara pretende nomear um administrador para cada empresa municipal, acompanhado de uma proposta de fixação do valor a remunerar", o que terá oposição do PS local. Os pontos retirados da agenda diziam respeito aos estatutos das empresas municipais, à nomeação de administradores e ao estatuto remuneratório.

ACTUALIZAÇÃO: A acutilância de João Martins, num artigo de opinião duro e certeiro. Sobre esta peça, no Público, equivalente ao Noticias de Aveiro mas com novos dados.

Desejo para esta semana

Que ela seja "The One"

sábado, 23 de outubro de 2010

"Portugal implementa sistema de portagens mais caro e caótico do mundo"

Já tem uns dias. Mas vale a pena ler. Convém que, por vezes, haja a abstração suficiente para nos vermos pelos olhos dos olhos.

O modelo de portagens nas SCUTs visto pelos espanhóis... no El Mundo.

Por outro lado, aos microfones da Rádio Terranova, Nuno Marques Pereira (PS, Aveiro) queixou-se que a CIRA não tem defendido o interesse regional e  citou os casos da ADRA e das portagens nas SCUT.

Mais uma vez, vamos a factos: a ADRA foi criada por vontade da ADP (empresa 100 por cento pública) e  da CIRA e por vontade clara do Governo. Em relação às SCUTs, o PS nacional implementou-as mal e tardiamente, colocou pórticos inclusive na estrada A25 para as praias (aliás, toda a A25 entre a Barra e o nó da A1 em Albergaria foi construída com dinheiros comunitários para a IP5 e nunca deveria ser incluída neste processo...) e pelo que nos apercebemos, o PS regional, se tinha uma opinião, não a fez valer em Lisboa, onde supostamente teria força, certo? Ou não tinha?
Eu sei que foi um deputado socialista na AM de Aveiro que até sugeriu rebentar com os pórticos... mas nem nesse tipo de intervenção surtiu efeito!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Pedro Jordão demite-se do Teatro Aveirense

Num comunicado disponível em vários meios, ficámos a saber das razões para a demissão, com efeitos daqui a um mês, do director artístico do teatro aveirense, Pedro Jordão.
No fundo, e em traços gerais, Pedro Jordão, que não aguentou sequer um ano no cargo, queixa-se de falta de verbas, pilim, dinheiro, para exercer o "seu projecto" e num comunicado cheio de críticas à "tutela" (leia-se CM Aveiro) e em especial à questão de dinheiro (se bem que há uma delas incoerente porque a autarquia deve estar em processo de decisão do Orçamento e isso é que deverá ter sido o busílis da coisa) pouca coisa fica explicada.
Aliás, numa altura em que consta em Aveiro, por pessoas da área política, que o Teatro Aveirense vai ter um administrador a tempo inteiro, remunerado e que o director artístico o considera bom, como é que este último pede a demissão? E quando há um ano, quando entrou, não se tinha assustado com a falta de recursos financeiros?
O seu comunicado verte também alguns auto-elogios que, ficam a quem os profere. Veremos se o futuro e a realidade não os "alteram".
O meu sentimento? Poucas vezes fui ao Teatro Aveirense neste último ano.

A opinião de João Martins sobre o assunto.
A opinião de Júlio Almeida
O Comunicado fica disponível aqui, para memória futura


Comunicado
É uma decisão irreversível, ponderada e que reflecte a total falta de condições com que me tenho confrontado desde Agosto passado no exercício das minhas funções. Até ao momento, a pouco mais de dois meses do início de 2011, a tutela não assumiu qualquer posição relativamente ao próximo ano, não me tendo chegado até agora qualquer informação concreta quanto ao orçamento disponível, pelo que qualquer planeamento tem sido desde há muito impossível.

A decisão é irreversível também porque, independentemente das boas intenções que possam entretanto ser manifestadas, não consigo confiar na capacidade de resposta da tutela aos graves problemas que o Teatro Aveirense atravessa, depois de um ano em que falhou em encontrar soluções ou até em cumprir as expectativas mínimas, como o cabal cumprimento do Contrato-Programa 2010 ou um putativo reforço financeiro que nunca chegou e que seria essencial, principalmente quando este quadro difícil é uma herança do ano passado, já aí por incumprimento do respectivo Contrato-Programa.

A redução do apoio da DG Artes face ao habitual foi um claro agravante mas, reconheça-se, é apenas uma pequena parte do problema, principalmente se considerarmos os avultados valores em dívida pela Câmara Municipal de Aveiro ao Teatro Aveirense. De qualquer modo, as informações que repetidamente me têm chegado apontam para a indisponibilidade da tutela em alterar positivamente o financiamento do Teatro Aveirense, o que torna lógico que seja a actividade a sofrer mudanças radicais, quadro em que a minha presença não fará qualquer sentido. À solidariedade repetidamente verbalizada não corresponderam acções efectivas. A minha acção é a resposta possível à inacção da tutela.

Saio como entrei – acreditando absolutamente no projecto que concebi para o Teatro Aveirense e que é agora abruptamente terminado no fim do seu primeiro ano, de que faço um balanço muito positivo, um ano que, como sempre foi anunciado, serviu para lançar bases que agora, infelizmente, não servirão para nada. A cidade perde assim um projecto cultural que se encaminhava para se tornar uma referência muito e que, pelo contrário, caminha agora para um modelo de actuação completamente diferente, apesar de, há menos de um ano, a tutela ter aprovado e publicamente aplaudido o actual projecto, elaborado a seu pedido para quatro anos, e do qual se conheciam inclusivamente os pressupostos financeiros. Deixo, com conhecimento prévio da tutela, programação confirmada até Janeiro de 2011, para além de vários espectáculos inseridos nas três redes de programação elaboradas com outros teatros e que têm o apoio já aprovado de fundos europeus.

Há um único modo de agradecer as oportunidades que nos são dadas de exercer um serviço público e é exercendo-o com elevado sentido de responsabilidade e transformando positivamente os projectos em que somos envolvidos. Nesse sentido saio com noção de um dever cumprido. Exerci as minhas funções com total dedicação e executei rigorosamente o plano que apresentei e que foi aprovado. Acima de tudo, procurei pautar a minha actuação por um permanente sentido de serviço público. Acredito que este ano contribuiu para a credibilização do Teatro Aveirense, nomeadamente junto dos agentes culturais nacionais, e os números deixam-me tranquilo – o Teatro Aveirense, face ao mesmo período em 2009, regista neste momento um aumento de receitas na ordem dos 20% e de espectadores na ordem dos 15%. Para além disso, os pressupostos previstos no orçamento para este ano têm vindo a ser cumpridos.

Deixo ainda uma palavra especial de apreço ao administrador Dr. Virgílio Nogueira, pelo apoio sempre entusiasta que prestou ao projecto, sabendo-lhe reconhecer a qualidade e a importância estratégica para o desenvolvimento da cidade e para a sua afirmação no panorama nacional.

E deixo uma última palavra para a equipa do Teatro Aveirense, que correspondeu exemplarmente num contexto extremamente difícil e sem a qual nada teria sido possível. A todos deixo um sincero agradecimento e a minha lealdade.

Devo dizer que saio por minha exclusiva iniciativa e sem qualquer tipo de compensação financeira, pelo que serão inúteis quaisquer especulações a esse respeito. Saio por uma questão de coerência e norteado pelos mesmos princípios com que sempre guiei a minha vida e de que nunca abdicarei.

Aveiro, 21 de Outubro de 2010
Pedro Jordão, director artístico do Teatro Aveirense

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Check Reality...

Claro que concordo com Ângelo Correia e Nogueira Leite, o que demonstra que os ares de Aveiro dão bom senso às pessoas. Mas os factos são directos:

  • O PS governa desde 2005... atenção, como o PS local bem sabe, dizer que a culpa é do PSD e do CDS que estiveram no Governo três anos(!) depois de seis de Guterres, já chateia e cansa...
  • Há pouco mais de um ano, os cidadãos retiraram a maioria absoluta a José Sócrates depois de uma campanha eleitoral baseada em factos não verdadeiros.
  • O Governo, ao arrepio de outros, não apertou o cinto imediatamente a seguir.
  • Continuámos a assistir a uma verdadeira campanha eleitoral permanente
  • O Governo lançou o PEC II e o PSD apoiou-o
  • O Governo PS quase que exigiu saber o voto dos partidos e que este OE2011 tinha que ser aprovado antes mesmo de o entregar, quando anunciou as medidas de austeridade e pressionou de forma infame o PSD
  • O Governo quase que não cumpriu o prazo para entregar o OE
  • Anunciou medidas falsas, nomeadamente a questão das extinções e fusões de organismos.
  • Esteve particularmene quezilento, nomeadamente o execrável Augusto Santos Silva como se NÃO quisesse o Orçamento aprovado para armarem-se em vitimas...
  • Por isso, a maior vítima, que é o País, já está moribunda. E também por isso, os partidos devem dar o voto para aprovação do OE2011. Sem condições. Para em Junho, quando estivermos tão mal como estamos, o médico assassino (Governo) não poder argumentar que não o deixaram fazer o que queria e da forma que queria...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Boa semana a todos

Começo a semana ao som de Johnwaynes, com Lisboa!

sábado, 16 de outubro de 2010

Voltar ao principio...

Aveiro vai ter mais um andar vazio, com as notícias do OE. Numa lista que é uma verdadeira desilusão, o Governo deu a conhecer as estruturas que vai extinguir, externalizar ou agrupar. E lá, no número 36, refere que "São objecto de fusão as Direcções Regionais de Economia com as Comissões Coordenadoras e Desenvolvimento Regional".


Ora como a CCDRC está em Coimbra e a sede da DRE do Centro em Aveiro, na Avenida Lourenço Peixinho, adivinhem lá por onde a corda vai parir...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Tendo em conta a AG do Beira-Mar...

Tendo em conta a AG de hoje, dedico músicas aos intervenientes.

Esperemos que a direcção não esteja assim...



Em relação a José Cachide, claramente e com amizade



Aquilo que eu queria que a reunião fosse...



Agora a sério: não aceitarei e lutarei com todas as minhas forças por qualquer tentativa de expulsão de qualquer associado, muito mais aquelas que começam a ser faladas.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Hoje? Não é tarde demais?

A CM Aveiro decidiu avançar para as vias judiciais no caso "SCUT"...

Não será tarde demais? Pedir uma reunião agora para informar o Ministro que vai avançar para o Tribunal?

 Desejos de boa sorte.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Se nada mudar... a partir de 15 de Outubro



Este texto e a foto que o acompanha passam a ter toda a validade...

Comprou o DEM ou a Via Verde?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Um Gesto de Prazer

Fui pelos clarinetes. Vim rendido pelo violino. Fui descoberto, sem ser pela descoberta. Tudo no "Gesto Orelhudo". O Publico, no domingo, explicou bem que este festival não conseguia encaixar-se nem no Teatro nem na Musica... Porque acontecem momento sublimes das duas e por isso bem haja D'Orfeu, bem haja CM Águeda!



Como disse, conhecia os Clarinetes AdLibitum e foi com prazer que fui ao Gesto Orelhudo. Uma tenda instalada num jardim (com uma arvore dentro...) e sala hiper cheia para assistir a um concerto cómico de alta qualidade. Eu ate estava para nao ficar para o seguinte mas ainda bem que fiquei porque eles eram maravilhosos... Digamos que ouvir uma gaita de foles feita com uma luva, uma flauta de cenoura ou um clarinete de banco não acontece para todos os dias

Passado dois dias, novo prazer humorístico. Tangos e Tragédias. Brasileiros, ou da "Esbornia" deixaram-nos momentos de prazer puro e conseguem envolver o publico de uma maneira nunca vista por mim. Poderemos dizer que eles não são dois mas sim dois mais o publico que estiver na sala...

Três espectáculos, dois dias, dez euros de investimento. Com qualidade, mostrando que a volta de Aveiro consegue-se ter boa qualidade, cultura, nos sítios menos conhecidos. Valeu a pena ir a Agueda, e para quem me disse, "estas cada vez mais aguedense" eu volto a repetir com factos: Peter Murphy, Festa do Leitão, AgitAgueda, os espectáculos de Maio no Cine-Teatro (Carminho, Sasseti Trio)... Muito boa qualidade, sem snobismos, com preços em conta. O exemplo dos bons investimentos. Acho que não preciso dizer mais nada...

domingo, 10 de outubro de 2010

Ciência Politica pela UA

Se bem que eu não perceba como ciência e politica cabem juntas, aqui fica a informação importante:

Amanha, pelas 17.30 decorre o Seminário (Inaugural) de Ciência Política - 2010/2011 na Sala Sousa Pinto (Dep. Matemática)tendo como tema "Corporativismo, instituições políticas e desempenho económico" e com o convidado José Luís Cardoso (Instituto de Ciências Sociais, UL)
A apresentação neste seminário centra-se na análise do corporativismo enquanto conceito e movimento histórico, quer em Portugal quer noutros contextos internacionais. Porém, procura
ultrapassar a mera descrição das experiências do corporativismo autoritário do período de entre guerras e do (neo) corporativismo democrático ou societal do pós-guerra. O objectivo fundamental é demonstrar que os debates doutrinais e conceptuais sobre a essência e a natureza do corporativismo, independentemente das modalidades de enquadramento e regime político, ajudam a compreender melhor o funcionamento das instituições políticas e económicas, assim como os problemas associados ao desempenho e ao crescimento económico. Pelo que me informaram, os seminários são livres, por isso, força!

Comeback / Regresso

Foi de propósito. Precisava parar, limpar a cabeça. Tornara-se uma obrigação o que antes era um prazer. Ameaças, insinuações. Tudo foi moendo, cansando, destruindo o prazer.

Ha um ano fui ao Porto ver Diana Krall e senti-me bem, liberto.

Hoje volto aqui. Volto a este espaço. Com muita bagagem por detrás... Espero que gostem. Ate já!

Deixo-vos com uma musica que adoro... filmada por mim, em Ílhavo.

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