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quarta-feira, 30 de novembro de 2005

Sem mais comentários

Transcrevo uma carta enviada por Miguel Lemos ao Diário de Aveiro. Curioso: nas hostes socialistas, nem um pio...

Exmos. Srs.,

Em relação ao artigo ontem saído no vosso jornal relativamente à minha contratação como Director Geral da PDA, gostaria de esclarecer o seguinte:

a) Desempenho as funções director geral da PDA não desde o início de Outubro, como é referido no texto, mas desde o dia 1 de Agosto de 2005;
b) A minha remuneração líquida, de 3451 euros mensais, foi negociada, como é evidente, depois de eu ter abandonado as funções de administrador da empresa, o que aconteceu a 28 de Junho passado;
c) Quanto ao meu ?percurso? notoriamente o texto omite o mais importante para a situação em apreço: fui durante três anos e meio o responsável ? embora não remunerado - pela implementação do projecto do Parque, desde o estudo de viabilidade económico-financeiro que levou à constituição da PDA até à recente alteração da sua composição societária;
d) Acerca do desagrado que a minha situação na PDA possa estar a causar na actual maioria camarária, lamento só disso ter sabido pelo V/ jornal, pois desde a posse do novo executivo ninguém falou ainda comigo, apesar de eu próprio ter tomado a iniciativa de colocar o meu lugar à disposição (embora, por não ocupar um cargo de confiança política, nada me obrigar a fazê-lo).

Outros comentários haveria certamente a fazer sobre o assunto em questão mas reservarei os mesmos para momento oportuno.

5 comentários:

  1. Caro Lemos:
    A sua situação não causa "desagrado" só na nova maioria. Ela causa desagrado sobretudo na ex-maioria.
    O seu - e do seu amigo ex-presidente - comportamento é vergonhoso!
    Vcs sabiam muito bem que os administradores de empresas municipais - era o seu caso - cessavam funções no final do mandato autárquico.
    Ora, o que vcs fizeram foi atachá-lo a si noutro lugar na mesma empresa, principescamente remunerado, salvaguardando-o desse incomodozito de ter de se vir embora.
    Já agora, o amigo diz que colocou o seu lugar à disposição. O que é que isso quer dizer, pois tb disse agora ao DA que não ia abdicar dos seus "direitos"?

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  2. É manifestamente pobre esta explicação... aliás antes pelo contrário: em nada retira a indignação dos comenta´rio no post anterior.
    Quanto ao 'percurso' referido, é pena que durante 3 anos a sua responsabilidade tenha sido cingida a uma actividade claramente inerente a quem gere e a quem administra (remunerado ou não).

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  3. Esse gajo pensa que somos todos parvos?
    Diz que saiu no fim de Junho e que voltou (para ganhar um balúrdio) a 1 de Agosto...
    Ou seja, o M. Lemos confessa que foi gozar um mês de férias e depois voltou... para gozar connosco!
    Ó Souto, e pensar que votei em ti...

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  4. Será que a desfaçatez não tem limites para esse senhor? Ainda ninguém lhe ensinou que tudo na vidatem limites? Porque será que não assume de uma vez por todas uma postura digna (a primeira que se lhe reconheceria em alguns anos de vida pública aveirense) e se demite, abdicando de indemnização, reconhecendo assim o grave erro e a tentativa de burla agravada contra o Município de Aveiro? E porque será que o agora principal rosto da oposição socialista na Câmara de Aveiro, Dr. Pedro Silva, não vem agora a terreiro defender a ética na política com que tantas vezes enche a boca a propósito de questões menores? Está na altura de se assumirem e saírem da demagogia e do anonimato fácil, agora que se come~çam a descobrir as verdadeiras enormidades cometidas pela anterior maioria.

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  5. Que quererá o João que as «hostes Socialistas » piem?
    O comportamento deste senhor e alguns amigos é demasiado evidente para alguém sequer se dar ao trabalho de comentar.
    E, já agora, aproveitamos para deixar aqui uma perguntinha:

    A.S. de socialista o que é que tinha?

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